Mostrando postagens com marcador Reflexões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexões. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Dos contos desaparecidos

Caros colegas,


Em meu nome e no de Hesílio, agradeço fervorosamente a presença dos poucos, porém frequentes leitores deste blogue.

Há algum tempo, me propus escrever um conto em diversas partes, sem sequer desconfiar do rumo que ele poderia tomar e do número de capítulos que teria. Simplesmente decidi que escreveria alguns parágrafos para então misturar as estórias. Baseado em memórias e acontecimentos cotidianos, iniciei o exercício.

Entretanto, passados 2 meses, optei por descontinuar a sequência de contos. Não por preguiça, ou por bloqueio, mas simplesmente porque me vi descontente com o rumo que a história tomou, e isso fez com que eu perdesse o estímulo para postar uma sequência.

Por ora, prefiro removê-la do blogue e me permitir escrever sobre outras coisas que ainda pipocam nos meus pensamentos. Quem sabe, um dia volte a cutucar este conto e publique-o aqui, devidamente concluído e, muito provavelmente, modificado.

Com isso, espero manter alguns dos fiéis leitores que felizmente conseguimos desde que o Clube é Clube, e quiçá conquistar um punhado a mais. Espero também encontrar sugestões, críticas e até textos por essas bandas nos próximos meses.

Garanto-lhes contos e crônicas auspiciosas.

Abraços Fraternos,

Basílio Sgaratti

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Auto-Ajuda

"Eu sou o único responsável pelo rumo que a minha vida toma. As outras pessoas são apenas coadjuvantes da minha história, porque no fim das contas, sou eu quem decide como vai ser do início ao fim. Sou eu quem faz as escolhas.

Se vida está boa, é mérito meu. Se a vida está uma merda, a culpa é minha. Ninguém é influente o bastante para mudar minha vida ou decidir o meu destino. É uma questão de força ou de fraqueza, de foco ou da falta dele. É a opção de ser impulsivo ou racional. De correr riscos ou fugir deles.

Eu posso mudar minha vida se eu quiser. Basta que eu defina um objetivo e me dedique o suficiente para que ele se concretize. Sem me acomodar, sem ser negligente, sem mentir para mim mesmo. Não adianta fingir ser outra pessoa, acreditar nas minhas próprias máscaras. Não adianta distribuir a culpa, ou passá-la para frente.

Eu preciso fazer escolhas o tempo todo. Eu sou a amálgama dessas escolhas, o que resta das minhas decisões. Se sou infeliz, o sou por que em algum momento fui indolente. Eu não posso simplesmente esperar a mudança e me acomodar. Eu preciso me mexer, eu preciso me superar.

Eu preciso ser mais.

Eu posso ser maior do que o meu corpo permite. Não existe a incapacidade. Eu posso ir além das barreiras, posso ultrapassar os limites. Eu não preciso ser sempre a mesma coisa. Eu posso mudar. Sempre. Por que nunca é tarde para mudar. Eu simplesmente não preciso colher os frutos de uma decisão infeliz para o resto da vida. E eu me dou o direito de fazer quantas escolhas infelizes eu quiser. Eu sou o meu juiz. Eu dependo das coisas das quais eu decidi depender. Eu valorizo o que eu bem entender. Eu acredito no que quiser.

Não, não quero morrer infeliz e sozinho. Não quero viver sem sentido. Não quero ser escravo da indolência. Não quero ser patético e colocar a culpa na sociedade. Na verdade, não quero esperar nada da sociedade. Não quero ser famoso e nem quero me tornar uma lenda. Não quero carregar um legado e tampouco deixá-lo de herança a alguém. Eu quero apenas que a minha vida faça sentido para mim. E se um dia ela não fizer sentido, é porque tem algo muito errado. Então eu saberei que é hora de mudar.

Eu, eu, eu, eu, eu.
E quanto aos outros?

Bem, o mesmo vale para os outros e para você. Acredite ou não."

Imprima este trecho. Acorde todas as manhãs e leia-o atentamente.
Pare de procurar um sentido para sua vida, e simplesmente dê um sentido à ela.